Hoje vemos lideranças indígenas atuando em diferentes espaços públicos
O protagonismo indígena brasileiro ganhou força nas últimas décadas, reflexo dos direitos obtidos através da Constituição de 1988 e de uma nova compreensão histórica a respeito dos povos nativos.
Hoje vemos lideranças indígenas atuando em diferentes espaços públicos e se destacam pela defesa dos direitos dos povos indígenas, pela demarcação das terras e valorização de suas culturas e tradições.
Veja também

Como Olivia Rodrigo defende direito ao aborto e métodos contraceptivos nos shows
Márcia Bonfim Vieira: escolhe ficar cega para não abortar a filha
Myrian Krexu, povo Guarani Mbyá, SC

Myrian Krexu nasceu no município de Xanxerê, em Santa Catarina e viveu na comunidade Terra Indígena Rio das Cobras, pertencente à etnia Guarani Mbyá. Estudou na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) onde se formou em medicina em 2013. Concluiu a especialização no Instituto de Neirologia e Cardiologia, em Curitiba, tornando-se a primeira a primeira cirurgiã cardiovascular indígena do país.
Cristine Takuá, povo Maxakali, SP

Fotos: Reprodução/Instagram
Cristine Takuá é educadora, filósofa e artesã indígena. Graduada em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), ela vive na vive na Terra Indígena Ribeirão Silveira, no litoral de São Paulo. Ela ministra aulas de Filosofia, Sociologia, História e Geografia na EE Indígena Txeru Ba’e Kua-I, DER Santos. Integra a Comissão Guarani Yvyrupa (CGY), organização indígena fundada em 2006 que congrega coletivos do povo guarani das regiões sul e sudeste do Brasil engajados na luta pelo território. É também fundadora do Fórum de Articulação dos Professores Indígenas de São Paulo (Fapisp) e representante do Núcleo de Educação Indígena da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
Fonte: com informações Portal Ensinar História
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.