05 de Maio de 2026

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Mulher em pauta - 08/04/2025

Conceição Evaristo: Fez da literatura seu campo de luta pela valorização da cultura negra.

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Foto: Reprodução/Google

Na ocupação do Itaú Cultural foi retomado um projeto da escritora dos anos 90, o Cartas Negras, em que trocava correspondências com outras autoras, onde falavam sobre racismo, machismo e solidão.

Conceição Evaristo, nascida na extinta favela Pindura Saia, em Belo Horizonte (MG), fez da literatura seu campo de luta pela valorização da cultura negra.

 

Doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense, iniciou a carreira como professora da rede pública e sempre foi apaixonada pelas letras.

 

Começou publicando seus textos, na década de 90, nos Cadernos Negros. Seu primeiro romance, Ponciá Vicêncio, foi publicado em 2003. Nele, trata de questões como racismo e discriminação de gênero.

 

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As relações de gênero voltaram a ser retratadas na obra Insubmissas lágrimas de mulheres, de 2011. “Minha literatura só toca as pessoas porque ela tem sabor de vida”, disse durante a Ocupação Conceição Evaristo, no Itaú Cultural, em 2017. Seu trabalho enquanto autora foi reconhecido tardiamente e recentemente foi esnobada pela Academia Brasileira de Letras.

 
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Na ocupação do Itaú Cultural foi retomado um projeto da escritora dos anos 90, o Cartas Negras, em que trocava correspondências com outras autoras, onde falavam sobre racismo, machismo e solidão.

 

Fonte: com informações G1

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