20 de Abril de 2026

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Política no Amazonas - 20/09/2021

Começa o julgamento onde o STJ analisa se aceita processo contra governador Wilson Lima. ACOMPANHE AO VIVO

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Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira, 20 de setembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR), pelo desvio de recursos federais para o enfrentamento da Covid-19, no Estado, desde 2020.

 

Deputados estaduais, membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) repercutiram o assunto.

 

O julgamento que já tinha sido adiado duas vezes, nos dias 2 e 30 de junho, foi marcado para o dia de hoje, 20/09, após o ministro do STJ e relator do processo, Francisco Falcão pedir a convocação da sessão especial sob a justificativa da multiplicidade de denunciados e novas provas apresentadas.

 

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Além do chefe do executivo estadual, o vice-governador Carlos Almeida (PSDB) e mais 16 pessoas também foram denunciadas pela PGR, na ação que aponta prática de peculato, organização criminosa, dispensa e fraude de licitação durante a pandemia.

 

Denúncias

 

Na denúncia, autuada como Ação Penal 993, o Ministério Público Federal pede a condenação do governador do Amazonas, Wilson Miranda Lima, por supostamente participar de irregularidades na compra de respiradores para o tratamento de pacientes com coronavírus.

 

No mês de junho, o ministro Francisco Falcão apontou ação direta do governador do Estado para fraudar o processo de contratação da Fundação Nilton Lins, como hospital de campanha na primeira e segunda onda da doença, em Manaus.

 

Segundo a investigação, a licitação foi dispensada e o contrato foi direcionado para que o hospital, escolhido pessoalmente por Wilson Lima, assumisse um negócio de R$ 2,6 milhões. As fraudes em favor da unidade, no entanto, teriam sido ainda maiores, pois as investigações apontaram irregularidades do mesmo tipo em períodos anteriores.

 

Se a denúncia for aceita, o governador, o vice e as outras 16 pessoas se tornam réus.

 

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