06 de Maio de 2026

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Comportamento - 28/11/2024

COHOUSING: A Revolução da Moradia Colaborativa no Combate ao Isolamento Social

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Foto: Reprodução/Google

O cohousing tem ganhado espaço no Brasil, ainda que esteja em estágios iniciais de desenvolvimento.

O cohousing, um modelo habitacional colaborativo, tem ganhado destaque em vários países, oferecendo uma alternativa eficaz para combater o isolamento social. Nessa configuração, indivíduos ou famílias vivem em residências privativas, mas compartilham áreas comuns e atividades, promovendo um forte senso de comunidade.

 

Países que adotam o cohousing:

 

1. Dinamarca: O conceito surgiu neste país nos anos 1960 e é amplamente adotado. Na Dinamarca, os cohousings são organizados com serviços comuns centralizados. Este modelo reduz idas ao médico, melhora a saúde mental e aumenta a longevidade dos moradores.

 

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2. Espanha:
Focado especialmente em idosos, com exemplos como o centro Trabensol, as iniciativas ajudam a criar redes de apoio e evitar a solidão. Algumas cidades, como Sevilha, também incentivam o cohousing intergeracional.

 

3. Estados Unidos e Reino Unido: Modelos variados, incluindo comunidades mistas e projetos focados em sustentabilidade e inclusão.


4. Portugal: O conceito está em desenvolvimento, com iniciativas como a HAC.ORA, que busca soluções sustentáveis e inclusivas para idosos.

 

O cohousing tem ganhado espaço no Brasil, ainda que esteja em estágios iniciais de desenvolvimento.

 

Exemplos notáveis incluem:

 

 

1. Projeto Viver XXI em São Paulo: Voltado para pessoas com mais de 60 anos, busca promover uma vida ativa em comunidade, com foco em convivência sustentável e colaborativa.
2. Vila ConViver em Campinas (SP): Projetada para professores aposentados da Unicamp, esta iniciativa tem como objetivo oferecer um ambiente de integração social e suporte mútuo.
3. Outros exemplos em desenvolvimento: Diversas iniciativas estão sendo estudadas e promovidas em diferentes estados, com destaque para colaborações entre arquitetos, investidores e cooperativas habitacionais.O cohousing tem demonstrado impacto positivo na saúde e no bem-estar social.

 

Estudos apontam que moradores apresentam:

 

 

 


• Melhor saúde mental e física, com menos uso de medicamentos;
• Baixos índices de doenças como demência e Alzheimer;
• Maior qualidade de vida por meio de convivência, apoio mútuo e atividades em grupo.

 

Desmistificando Fake News sobre Cohousing:

 

 Fotos: Reprodução/Google

 

• “É como morar em uma comuna”: Falso. Diferente de comunas, no cohousing os residentes possuem independência financeira e privacidade total em suas casas.
• “É apenas para jovens ou hippies”: Outro mito. Existem comunidades voltadas para idosos, famílias e até mesmo projetos intergeracionais.
• “Resolve todos os problemas de solidão”: Embora melhore o convívio social, o cohousing não elimina sentimentos de solidão, pois esses dependem de fatores psicológicos e emocionais.

 

Esses resultados mostram que o cohousing é uma solução prática e sustentável para promover a interação social, especialmente entre idosos, reduzindo os riscos de isolamento e promovendo o envelhecimento ativo.O cohousing, um modelo de moradia colaborativa, tem sido promovido como uma solução eficaz para combater o isolamento social. Ele consiste em comunidades planejadas onde os residentes têm suas próprias casas, mas compartilham espaços comuns, como cozinhas, jardins e áreas de lazer. Essa abordagem visa incentivar a interação social e o apoio mútuo.

 
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Combater a solidão e o isolamento social exige uma abordagem multifacetada que inclua intervenções sociais e políticas públicas. Modelos como o cohousing mostram-se promissores, mas precisam de investimentos em infraestrutura e conscientização para se tornarem acessíveis a um público.

 

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