A Ucrânia estava no direito de lançar uma ofensiva na região russa de Kursk como um ato de defesa, disse o chefe da Otan, Jens Stoltenberg, ao jornal alemão Die Welt. A ofensiva, lançada no último dia 6, pegou o Kremlin de surpresa. Kiev afirma ter conquistado dezenas de assentamentos e mais de 1.200 km² de território.
“A Ucrânia tem o direito de se defender. Segundo a lei internacional, esse direito não termina na fronteira”, disse Stoltenberg ao jornal. “Os soldados, tanques e bases russos que estão ali [em Kursk] são alvos legítimos, de acordo com o direito internacional.”
Veja também
.jpeg)
Venezuela enfrenta apagão e governo fala em 'sabotagem'
Exército dos EUA vai ajudar a proteger candidatos à Presidência
.jpg)
A ofensiva também surpreendeu os aliados de Kiev. Stoltenberg disse que a Ucrânia "não compartilhou seu planejamento" com a Otan, e que a aliança militar "não teve nenhum papel".
Stoltenberg também celebrou o compromisso da Alemanha de se manter como principal doador militar europeu e segundo maior do mundo, no momento em que Berlim se prepara para cortar sua assistência à Ucrânia para o próximo ano.
.jpg)
Fotos: Reprodução Google
A ofensiva em Kursk mudou pouco a linha de frente no leste da Ucrânia, onde a Rússia mantém seu avanço territorial. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu que seu Exército enfrenta uma situação “extremamente difícil” perto da localidade estratégica de Pokrovsk, na região de Donetsk, com o avanço das forças russas.
Fonte: com informações do Portal iG
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.