O documento consolida a denúncia da PGR contra os irmãos Brazão, apontados como mandantes do crime motivado pela grilagem de terra, e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio, Rivaldo Barbosa, acusado de usar sua autoridade para garantir a impunidade dos execut
Ao iniciar o julgamento do Caso Marielle na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes (relator da ação) apresentou o relatório detalhado da ação penal que investiga os assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, além da tentativa de assassinato de Fernanda Chaves.
O documento consolida as alterações finais da Procuradoria-Geral da República (PGR) e das defesas, marcando a fase de encerramento da instrução para o julgamento dos cinco réus: Domingos Brazão; Chiquinho Brazão; Rivaldo Barbosa de Araújo; Ronald Paulo Alves; e Robson Calixto Fonseca.
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A acusação

A PGR sustenta que os crimes, ocorridos em 14 de março de 2018, por volta das 21h10, foram cometidos mediante promessa de recompensa e motivo torpe. A tese central da acusação é que o grupo integrava uma organização criminosa armada atuante no Rio de Janeiro desde meados de 2008, focada na grilagem de terras e na exploração imobiliária irregular.
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Fotos: Reprodução/Google
Segundo a acusação, os irmãos Brazão — os mandantes do crime — teriam dado a ordem para a execução. O motivo seria a atuação política de Marielle, que se tornou o “símbolo da resistência” aos interesses econômicos dos irmãos na zona oeste do Rio de Janeiro.Já Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do estado, é acusado de usar seu cargo para oferecer a garantia de que o crime permaneceria impune, ajustando o plano antes mesmo da execução. Ronald, por sua vez, teria monitorado as atividades da vereadora e fornecido informações essenciais aos executores (Ronnie Lessa e Élcio Queiroz). Por fim, Robson Calixto é apontado como integrante da milícia, realizando cobranças e atos associados à grilagem.
Fonte: com informações Correio Braziliense
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