Além da mãe e do irmão de Djidja, estão presos funcionários do salão de beleza da família, o ex-namorado da empresária, um homem que era personal trainer da família, além de dois funcionários de uma clínica veterinária suspeita de fornecer cetamina para o
Mais de dez dias após a trágica morte de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, dez pessoas foram presas sob suspeita de envolvimento em um esquema de tráfico de cetamina. Segundo a polícia, o grupo religioso "Pai, Mãe, Vida", criado pela família Cardoso, promovia o uso indiscriminado da droga, que é tanto de uso humano quanto veterinário.
Entre os detidos estão a mãe e o irmão de Djidja, além de funcionários do salão de beleza da família, o ex-namorado da empresária, o coach e ex-personal trainer da família, e dois funcionários de uma clínica veterinária suspeita de fornecer cetamina para o grupo. A mais recente prisão foi a de José Máximo Silva de Oliveira, dono da clínica veterinária, que se entregou à polícia após ter sua prisão preventiva decretada pela Justiça do Amazonas. Confira abaixo quem são as nove pessoas que foram presas até o momento:
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Ademar Farias Cardoso Neto
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Irmão de Djidja e líder do grupo "Pai, Mãe, Vida". Preso em 30 de maio, ele é suspeito de diversos crimes, incluindo tráfico de drogas, aborto induzido sem consentimento, estupro de vulnerável, sequestro e cárcere privado. Uma de suas ex-companheiras relatou ter sido aliciada para o grupo e sofrido um aborto devido ao uso de cetamina.
Cleusimar Cardoso Rodrigues

Mãe de Djidja e Ademar, co-líder do grupo "Pai, Mãe, Vida". Presa em 30 de maio, também é acusada de gravar a família sob efeito da droga.
Verônica da Costa Seixas

Gerente do salão de beleza da família e membro do grupo religioso. Presa em 30 de maio.
Marlisson Vasconcelos Dantas

Cabeleireiro do salão de beleza e integrante do grupo. Entregou-se à polícia em 31 de maio.
Claudiele Santos da Silva

Maquiadora do salão de beleza. Presa em 30 de maio, recebeu prisão domiciliar em 5 de junho.
Bruno Roberto

Ex-namorado de Djidja. Inicialmente ouvido como testemunha, foi preso em 7 de junho.
Hatus Silveira

Auto-proclamado personal trainer e coach, não registrado oficialmente como profissional de educação física. Preso em 7 de junho, alegou ter sido drogado por Djidja durante uma visita.
José Máximo Silva de Oliveira

Fotos: Reprodução
Dono da clínica veterinária suspeita de fornecer cetamina. Preso em 8 de junho após não comparecer a várias convocações da polícia.
Funcionários da Clínica Veterinária
Dois funcionários, cujas identidades não foram divulgadas, também foram presos por suspeita de envolvimento no fornecimento de cetamina.
O CNPJ de uma das unidades do salão de beleza da família está registrado para atividades veterinárias, levantando suspeitas sobre a origem da cetamina usada nos rituais do grupo "Pai, Mãe, Vida". As investigações continuam para desmantelar toda a rede de tráfico e uso indiscriminado de cetamina, em busca de justiça pela morte de Djidja Cardoso e das demais vítimas.
Fonte: com informações do G1
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