07 de Maio de 2026

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Violência contra Mulher - 14/09/2024

Candidata a vereadora assassinada com irmã após serem sequestradas e torturadas com dois amigos depois de evento

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Foto: Reprodução

Além de Rayane Alves Porto e Rithiele Alves Porto, outras duas pessoas foram sequestradas e torturadas com requintes de crueldade

Além de Rayane Alves Porto e Rithiele Alves Porto, outras duas pessoas foram sequestradas e torturadas com requintes de crueldade
Segundo a Polícia Civil de Mato Grosso, duas irmãs foram mortas a facadas e outras duas pessoas ficaram feridas após terem sido sequestradas e torturadas neste sábado, 14.

 

Segundo um dos sobrevientes, os quatro foram rendidos e levados por um grupo de sete pessoas, quando saiam de um festival de pesca, em Porto Esperidião, a 358 km de Cuiabá.

 

As vítimas fatais foram identificadas como as irmãs Rayane Alves Porto, de 28 anos, e Rithiele Alves Porto, de 25 anos. Rayane era candidata a vereadora no município. Ela e a irmã eram proprietárias de um circo.

 

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Fotos: Reprodução/Google

 

Um dos sobreviventes conseguiu fugir e foi pedir socorro aos policiais. O homem contou que foi sequestrado com outras três pessoas e arrastado até na Rua Marechal Cândido, na região Centro, onde foi mantido em cativeiro com as demais vítimas.

 

A polícia encontrou no cativeiro, um outro jovem gravemente ferido. Ele teve um dos dedos e a orelha cortados. O rapaz também apresentava ferimentos de facada na região da nuca, segundo os agentes.

 

Foram encontrados no local, dedos e cabelos de uma das irmãs. Em um dos quartos da casa, foram encontrados os corpos de Rayane e Rithiele, que apresentavam sinais de tortura por arma branca.

 

As irmãs também tiveram os cabelos cortados, segundo a Polícia Militar. O sobrevivente que fugiu disse que conseguiu escapar do cativeiro após pular o muro da casa. Ele contou que sofreu uma sessão de torturas, tanto psicológicas quanto físicas, pelos agressores, que se identificaram como membros de uma facção criminosa.

 

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A motivação do crime, segundo a testemunha, foi porque as vítimas teriam tirado uma foto no Rio Jauru, simbolizando um número associado a uma facção rival. Durante as agressões, os suspeitos exigiram dinheiro das vítimas para não matá-los. A Polícia ainda não conseguiu identificar nenhum dos assassinos e ninguém foi preso. 

 

Fonte: com informações da Bsb Revista

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