07 de Maio de 2026

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Esporte - 09/09/2024

Brasil é recordista nas Paralimpíadas com 89 medalhas e se consolida no topo

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Foto: Reprodução/Google

89 medalhas, sendo 25 de ouro, 26 de prata e 38 de bronze: a melhor campanha da história inscreve o Brasil entre as cinco maiores potências em Jogos Paralímpicos. Bolsa Atleta faz parte dessas conquistas

No domingo, as equipes brasileiras que disputaram os Jogos Paralímpicos de Paris 2024 confirmaram o que desde o dia anterior já se desenhava: o Brasil consolida a quinta posição entres os países participantes, registra sua melhor campanha em todos os tempos e se consolida de vez como potência internacional no esporte paralímpico.

 

Essa história é feita de muitos heróis e muitas heroínas, de trajetórias de vida inspiradoras, de trabalho em equipe e, também, de planejamento e apoio público. A delegação verde-amarela teve o suporte de programas como o Bolsa Atleta.

 

No último dia de competições, novas estrelas. Até sábado, o Brasil disputava com a Itália quem ficaria em quinto lugar na classificação geral. Duas novas medalhas de ouro, uma na canoagem e outra no atletismo, além de uma prata também na canoagem, selaram o quinto lugar na classificação geral. A melhor campanha, antes de Paris, tinha sido conquistada em Tóquio 2021, com 22 medalhas de ouro e um total de 72 pódios, fechando na sétima posição.

 

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O sul-mato-grossense Fernando Rufino, 39, e a carioca Tayana Medeiros, 31, brilharam este domingo e conquistaram medalhas de ouro. O canoísta venceu a prova dos 200m, na classe VL2 (usa tronco e braços na remada), em prova com dobradinha brasileira – a prata ficou com o paranaense Igor Tofalini, 41.

 

Fernando completou a prova em 50s47, melhor tempo na história dos Jogos, conquistando o bicampeonato paralímpico – ele foi ouro na mesma prova em Tóquio 2020. Tofalini fez 51s78 e ficou com o segundo lugar, em chegada emocionante contra o estadunidense Blake Haxton, que ficou com o bronze, completando o pódio, com o tempo de 51s81.Fernando e Igor dominaram a prova da canoa individual 200m desde Tóquio 2020. Nos últimos três Mundiais, fizeram a dobradinha. Em Halifax 2022, Igor foi ouro e Fernando ficou com a prata. Em Duisburg 2023, e em Szeged 2024, as posições se inverteram, com o sul-mato-grossense ficando com o título, e o paranaense com o vice.

 

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Fernando e Igor eram peões de rodeio. O sul-mato-grossense foi atropelado por um ônibus e perdeu parcialmente o movimento das pernas; depois, começou na canoagem.O paranaense caiu de um touro e levou um pisão do animal nas costas, ficando paraplégico. Depois, ele conheceu a canoagem. 

 

Fonte: com informações do Site Gov.com

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