30 de Abril de 2026

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Economia - 28/10/2025

Após reunião de Trump e Lula, bolsa bate recorde histórico

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Foto: Reprodução/Stoodi

Ibovespa atingiu maior pontuação da história durante o dia e encerrou esta segunda-feira, 27/10, no patamar mais alto de fechamento

Após um encontro bem sucedido entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, na Ásia, o mercado financeiro reagiu positivamente e o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa/B3) encerrou as operações na segunda-feira, 27/10, no maior patamar de fechamento da história, aos 146.969 pontos, após uma alta de 0,55%.

 
As ações dos grandes bancos impulsionam a alta da bolsa brasileira no primeiro dia da semana. Os papeis do Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITSA4) registraram valorizações de 0,83% e 0,35%, respectivamente, enquanto que os do Banco do Brasil (BBAS3) avançaram 1,61%. Também houve variação positiva nas ações preferenciais da Petrobras (PETR4), que subiram 0,69%.

 
Além de bater recorde no fechamento, o Ibovespa também alcançou a maior pontuação nominal da história ao longo do dia, quando bateu a máxima de 147.976 pontos. Na avaliação do analista da Ouro Preto Investimentos Sidney Lima, o resultado da bolsa foi sustentado por um cenário externo mais favorável e por leituras que reforçam o apetite por risco no Brasil.

 

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“O principal combustível desse movimento foi o otimismo global decorrente de sinais de que os EUA e a China estariam próximos de um entendimento que reduziria tensões comerciais, o que fortalece o apetite por ativos de mercados emergentes como o Brasil”, destaca Lima.

 

Além da aproximação do encontro entre Trump e o presidente da China, Xi Jinping, que está previsto para a próxima quinta-feira (30/10), o mercado interno também reage ao avanço das negociações entre Brasil e Estados Unidos, após a reunião dos dois líderes na Ásia. Nesta segunda-feira, o dólar comercial fechou o dia em queda de 0,42%, a R$ 5,37.

 

Para o analista de investimentos, um fator relevante para o Brasil foi a confiança dos dois presidentes em avançar em um acordo comercial benéfico para os dois países. “O receio de escalada de conflito comercial se aliviou, favorecendo o humor de investidores locais, que enxergam uma possível reabertura ou intensificação do comércio Brasil–EUA como suporte para crescimento de exportações, câmbio e lucro corporativo”, destaca.

 

Fotos: Reprodução/Stoodi

 

Nos Estados Unidos, inclusive, as bolsas também fecharam no azul, diante da expectativa nas negociações internacionais e na pacificação com a China. O Dow Jones fechou o pregão em alta de 0,71%, enquanto que Nasdaq e S&P 500 subiram 1,23% e 1,86%, respectivamente. Para o economista-chefe da Bluemetrix Asset, Renan Silva, o mercado norte-americano ainda segue otimista após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — o núcleo de inflação dos EUA —, que veio abaixo do esperado.

 

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“A maior parte das apostas no mercado financeiro acreditam em mais dois cortes de juros por parte do Federal Reserve. E isso pode gerar um fluxo positivo para nossa bolsa de valores que tem descontos bastante significativos em dólar”, pontua o especialista.

 


Fonte: Com informações Correio Braziliense 

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