Rede social X foi suspensa por descumprir determinações do STF, mas a decisão de Alexandre de Moraes será submetida à apreciação dos demais ministros. A Starlink, também controlada por Elon Musk, recuou e está acatando as ordens judiciais
A suspensão do X no Brasil completa uma semana, hoje, com desdobramentos importantes no Supremo Tribunal Federal (STF) e com o recuo da operadora de internet via satélite Starlink o que pode sinalizar uma fase conciliatória entre as partes. Ao cooperar com a Justiça brasileira, a empresa, que também pertence ao bilionário sul-africano Elon Musk, evita uma escalada do conflito com a Corte e preservar sua presença no mercado nacional.
Inicialmente, a operadora havia informado que não cumpriria a determinação do Supremo de suspender a rede social. No entanto, nesta semana, a Starlink recuou e, apesar de considerar a ordem inconstitucional, decidiu acatá-la no sentido de bloquear o acesso à plataforma. Nos bastidores, a expectativa é que o X siga o mesmo caminho e encontre uma solução equilibrada para o caso.
Para o advogado Ricardo Martins Motta, a decisão da Starlink representa um movimento estratégico da empresa para evitar mais atritos com as autoridades brasileiras e proteger suas operações no país. "Esse cumprimento voluntário pode ser interpretado como uma tentativa de mitigar danos, tanto no campo jurídico quanto no campo reputacional, além de evitar multas adicionais ou sanções mais severas", diz.
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Foto: Reprodução/Google
Motta aponta que a postura conciliatória visa a preservação de operações e clientes, apesar das polêmicas do bilionário Elon Musk. "Ao cumprir a suspensão, a Starlink mostra disposição para cooperar com as exigências legais no Brasil, o que pode evitar uma escalada do conflito com o STF e preservar sua presença no mercado nacional", destaca.
As contas da Starlink foram bloqueadas por ordem de Alexandre de Moraes para garantir o pagamento de multas impostas ao X - que somam mais de R$ 18 milhões. O magistrado considerou que as duas empresas fazem parte do mesmo grupo econômico.Motta aponta que a postura conciliatória visa a preservação de operações e clientes, apesar das polêmicas do bilionário Elon Musk. "Ao cumprir a suspensão, a Starlink mostra disposição para cooperar com as exigências legais no Brasil, o que pode evitar uma escalada do conflito com o STF e preservar sua presença no mercado nacional", destaca.
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As contas da Starlink foram bloqueadas por ordem de Alexandre de Moraes para garantir o pagamento de multas impostas ao X - que somam mais de R$ 18 milhões. O magistrado considerou que as duas empresas fazem parte do mesmo grupo econômico.
Fonte: com informações do Correio Braziliense
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