19 de Abril de 2026

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- 20/01/2022

Anvisa decide se libera autotestes de covid e Coronavac para crianças até esta quinta

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Foto: Reprodução

O equipamento ainda não está liberado no Brasil por causa de uma resolução da Anvisa de 2015, cuja finalidade é afastar os riscos envolvidos

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) marcou para esta quarta-feira, 19, a decisão sobre a liberação ou não do uso de testes rápidos de antígeno para diagnóstico de Covid-19, conhecidos como autotestes. Já na quinta, 20, outra reunião extraordinária do órgão analisará o pedido do Instituto Butantan para o uso emergencial da vacina Coronavac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos de idade.

 

A reunião sobre os autotestes está marcada para 15 horas e será realizada por videoconferência. Na última semana, o Ministério da Saúde solicitou que a Anvisa avaliasse o uso desses exames - bastante difundido no exterior - no Brasil. Mas o ministro Marcelo Queiroga já sinalizou que os produtos não devem ser comprados pelo governo federal. "A alocação deste recurso para aquisição de autoteste, distribuir para a população em geral, pode não ter resultado da política pública que esperamos", disse na semana passada.

 

Em nota, a pasta explicou que autotestagem serve como um mecanismo a mais na luta contra a covid-19, ao complementar o Plano Nacional de Expansão da Testagem (PNE-Teste), política pública implementada em setembro do ano passado. O órgão relata que os testes, que têm resultado rápido, possibilitam o início imediato do isolamento dos casos positivos e as ações para interrupção da cadeia de transmissão da doença.

 

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O equipamento ainda não está liberado no Brasil por causa de uma resolução da Anvisa de 2015, cuja finalidade é afastar os riscos envolvidos "na coleta da amostra biológica, na execução do ensaio, na interpretação do resultado, bem como no manejo dos dados e dos próprios pacientes". Hoje, os exames hoje precisam ser feitos por um profissional de saúde.

 

Nesse caso, a agência só permite o registro de autotestes de doenças infectocontagiosas, como o coronavírus, caso haja uma política de saúde pública e estratégia de ação estabelecida pelo Ministério da Saúde. Além disso, deverão ser utilizados de forma complementar, como estratégia de triagem.

 

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Por determinação da Anvisa, no Brasil não é permitido a venda de exames de antígeno a serem feitos em casa. Apenas as farmácias realizam os procedimentos. Com uma sensibilidade considerada alta, o exame é feito com a coleta de material no nariz com o cotonete ou por saliva. O autoteste, porém, tem sensibilidade menor do que outros exames (como o PCR) e está sujeito ao erro do paciente não treinado.

 

Fonte: MSN

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