Foi necessário muita luta das mulheres e, principalmente, do movimento feminista para haver essas conquistas femininas.
Para as mulheres hoje em dia, muitos direitos podem parecer naturais. Votar, se divorciar, tomar pílula anticoncepcional, por exemplo, são direitos das mulheres atualmente – mas nem sempre foi assim.
Foi necessário muita luta das mulheres e, principalmente, do movimento feminista para haver essas conquistas femininas. E, apesar de termos um longo caminho a percorrer, devemos celebrar tudo o que já conquistamos!
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1. Lançamento da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã (1791)
A declaração foi um documento escrito por Olympe de Gouges, uma pioneira do feminismo. O escrito tinha caráter jurídico e apresentava reivindicações de maior participação feminina na Revolução Francesa. Foi o primeiro documento da Revolução a mencionar a igualdade jurídica e legal das mulheres perante aos homens.
Nele, foram feitas críticas aos homens “revolucionários”, que haviam esquecido das mulheres em seu plano de liberdade. A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã entrou para a história como uma defesa radical da igualdade de gênero e considerada uma defesa autêntica dos direitos humanos universais.
2. Conquista do voto feminino no Brasil (1932)
Apenas em 1932 as mulheres ganharam o direito de votar. Isso não é tudo: na época, apenas mulheres autorizadas pelos maridos, viúvas ou solteiras podiam ir às urnas. As mulheres conquistaram aos poucos a sua cidadania em espaços com predominância masculina. E ainda assim foi necessário muito movimento para chegar a esse ponto.
A bióloga Bertha Lutz é um dos nomes entre as pioneiras do movimento feminista brasileiro. Tendo conhecido a luta feminina na Europa e nos Estados Unidos, ela foi responsável direta pelas mudanças de leis que deram direitos básicos às mulheres. Ela criou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF) e afirmava que votar não era um privilégio, e sim uma obrigação, e que não deveria haver distinção de gênero.
3. Criação da pílula anticoncepcional (1961)
Fotos: Reprodução/Google
Margaret Sanger, enfermeira e sexóloga, é considerada a criadora do termo “controle de natalidade”. Junto com o cientista Gregory Pincus, o ginecologista John Rock e a bióloga e feminista Katharine McCormick, ela foi responsável pela descoberta da pílula anticoncepcional, que teve seus estudos iniciados em 1953 e foi comercializada a partir de 1957. Margaret acreditava que as mulheres não teriam os mesmos direitos que os homens enquanto não fossem livres sexualmente. Ela queria que fosse possível uma mulher ter controle do seu corpo, decidindo se queria ou não ter filhos.
Fonte: com informações do Portal Dicas de Mulher
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