A audiência foi presidida pelo juiz de direito Celso Souza de Paula e começou às 9h desta quarta
Na audiência de instrução dos 10 indiciados por envolvimento no tráfico de drogas do que ficou conhecido como “Caso Djidja”, a prima da empresária, Erika Cardoso, relatou não ver remorso nos familiares Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso. A audiência foi presidida pelo juiz de direito Celso Souza de Paula e começou às 9h desta quarta, 4. O promotor de Justiça André Virgílio Belota Seffair representou o Ministério Público (MP).
“É bem dificil falar sobre eles. Eu não vejo arrependimento neles e isso me machuca muito. Eu estou vendo [eles] como viciados e não como doentes, pois eles têm consciência do que eles estão fazendo”, afirmou Erika Cardoso ao Ministério Público.
Com o fim da investigação caso, Cleusimar e Ademar, mãe e irmão da ex-integrante do Boi Garantido, respectivamente, e outras oito pessoas foram indiciadas por tortura com resultado de morte, tráfico de drogas e outros 12 crimes, afirmou a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
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Na audiência, a sobrinha de Cleusimar também citou o ex-namorado de Djidja, Bruno Roberto Lima, como o motivo da busca da prima por um corpo dentro dos padrões de beleza, o que levou a vítima ao uso de anabolizantes.
“O Bruno, para mim, era uma chave principal. Ele tinha um grande peso em saber que a Djidja era completamente apaixonada, ele podia ter tido outra conduta. A questão de beleza e corpo perfeito partiu dele“, comenta a familiar. “Próximo à morte da Djidja, o Bruno não aparecia […]. Após a morte da minha avó, ele bloqueou a gente nas redes sociais”, completa a prima à defesa. Além de Erika, outra sobrinha de Cleusimar, Paloma Novo, também depôs contra a família.
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Fotos: Reprodução Google
A familiar afirmou que os Cardoso interromperam o tratamento da Djidja contra os problemas psicológicos que enfrentava. “Ela [Cleusimar] ofereceu cura pra minha avó e ofereceu para a Djidja”, afirmou Paloma Novo. De acordo com ela, após a morte da avó, Maria Venina de Jesus Cardoso, de 82 anos, a tia fazia uso de entorpecentes para entrar em contato com a falecida mãe. “Quando ela viu a vovó morta, disse que ela precisava fazer a passagem. Ela usava a droga para atingir tudo que ela acreditava”, descreveu.
Fonte: com informações da Revista Cenarium
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