É uma atualização das diferentes demandas por dignidade e por uma vida sem violências e exclusões
O marco de luta das mulheres é passado, presente e futuro. É memória das históricas lutas das mulheres na sua diversidade, como as reivindicações das mulheres negras – nossas mais velhas por direitos básicos e as manifestações femininas por direitos trabalhistas.
É uma atualização das diferentes demandas por dignidade e por uma vida sem violências e exclusões e, ainda, o desenho dos novos tempos e daquilo que já paira no horizonte.
No Brasil que vivencia em 2025 uma nova redemocratização com a terceira edição do Governo Lula, o respeito às mulheres – negras, quilombolas, ciganas, dos campos, das águas, com deficiência, lésbicas, bis, trans, jovens, idosas, periféricas, imigrantes, de axé, da política, mães, do serviço público – é prioritário.
Veja também
.jpeg)
Sete mulheres e o cuidado que um marido não ofereceria. Confira história
Elizabeth Teixeira: conheça a belíssima história de luta desta mulher Inspiração na luta agrária
(598).jpeg)
E falo do respeito que reconhece a ancestralidade, as trajetórias, a competência e capacidade de atuação, a rica experiência de gestão do país a partir da vida cotidiana. São as mulheres negras – também diversas – que fazem o nosso Brasil avançar, resistem nos momentos duros e sofrem mais com o peso da precarização da vida.
Quando a vida das mulheres negras melhora, tudo o que as contorna se qualifica e a sociedade toda melhora junto. Como ministério irradiador de políticas públicas, temos uma agenda por direitos que é transversal e, por isso, conectada com as prioridades dos outros ministérios, pois o enfrentamento ao racismo precisa envolver todo o governo e toda sociedade.
(758).jpeg)
Fotos: Reprodução/Google
Tanto para denunciar quanto para aplaudir a nossa existência, nossa resistência e sobretudo a cabeça erguida para renovar a vida.Essa transformação profunda está na raiz do Ministério da Igualdade Racial, semeado há 20 anos com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) que inaugurou esse enfrentamento na estrutura pública, fruto de uma luta histórica do movimento negro brasileiro.
E nós viemos para ficar. Esse ministério, formado majoritariamente por mulheres negras, é tanto um elo com a trajetória de luta negra que sofreu graves revezes nos últimos anos quanto um apontamento de futuro, que é coletivo, comprometido, e onde cabem todas as mulheres.
Fonte: com informações Portal Catarinas
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.