05 de Maio de 2026

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Especial Mulher - 15/02/2025

DIREITO DELAS: Um Brasil para caber todas as mulheres

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Foto: Reprodução/Google

É uma atualização das diferentes demandas por dignidade e por uma vida sem violências e exclusões

O marco de luta das mulheres é passado, presente e futuro. É memória das históricas lutas das mulheres na sua diversidade, como as reivindicações das mulheres negras – nossas mais velhas por direitos básicos e as manifestações femininas por direitos trabalhistas.

 

É uma atualização das diferentes demandas por dignidade e por uma vida sem violências e exclusões e, ainda, o desenho dos novos tempos e daquilo que já paira no horizonte.

 

No Brasil que vivencia em 2025 uma nova redemocratização com a terceira edição do Governo Lula, o respeito às mulheres – negras, quilombolas, ciganas, dos campos, das águas, com deficiência, lésbicas, bis, trans, jovens, idosas, periféricas, imigrantes, de axé, da política, mães, do serviço público – é prioritário.

 

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E falo do respeito que reconhece a ancestralidade, as trajetórias, a competência e capacidade de atuação, a rica experiência de gestão do país a partir da vida cotidiana. São as mulheres negras – também diversas – que fazem o nosso Brasil avançar, resistem nos momentos duros e sofrem mais com o peso da precarização da vida.

 

Quando a vida das mulheres negras melhora, tudo o que as contorna se qualifica e a sociedade toda melhora junto. Como ministério irradiador de políticas públicas, temos uma agenda por direitos que é transversal e, por isso, conectada com as prioridades dos outros ministérios, pois o enfrentamento ao racismo precisa envolver todo o governo e toda sociedade.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Tanto para denunciar quanto para aplaudir a nossa existência, nossa resistência e sobretudo a cabeça erguida para renovar a vida.Essa transformação profunda está na raiz do Ministério da Igualdade Racial, semeado há 20 anos com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) que inaugurou esse enfrentamento na estrutura pública, fruto de uma luta histórica do movimento negro brasileiro.

 
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E nós viemos para ficar. Esse ministério, formado majoritariamente por mulheres negras, é tanto um elo com a trajetória de luta negra que sofreu graves revezes nos últimos anos quanto um apontamento de futuro, que é coletivo, comprometido, e onde cabem todas as mulheres. 

 

Fonte: com informações Portal Catarinas

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