12 de Agosto de 2026

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Qualidade de Vida - 26/07/2026

Tecnologia ajuda a calcular hidratação ideal durante exercícios

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Foto: Reprodução/Google

Smartwatches utilizam sensores e algoritmos para estimar perda de suor e orientar reposição personalizada de líquidos

Relógios inteligentes estão transformando a forma como praticantes de atividades físicas cuidam da hidratação. Com sensores e algoritmos capazes de estimar a perda de suor ao longo do exercício, os dispositivos conseguem indicar, ao fim da atividade, a quantidade aproximada de líquidos que deve ser ingerida, tornando a reposição mais precisa e personalizada.

 

Os smartwatches capturam simultaneamente dezenas de parâmetros durante a corrida. Ao final do exercício físico, o dispositivo calcula a quantidade aproximada de água que deve ser ingerida para repor o líquido perdido. Essa informação permite prevenir a desidratação, aumentar o desempenho e acelerar a recuperação.


Esse movimento acompanha o crescimento expressivo das corridas de rua no país. Dados da Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (Abraceo) mostram que o número de provas oficiais saltou de 2.827 em 2024 para 5.241 em 2025, um aumento de 85% em apenas um anos. Pesquisas na área, conduzidas pelo Health Data Lab (HDL) do Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia, acompanham essa evolução e contribuem para o aprimoramento de soluções que integram dados fisiológicos ao cotidiano dos atletas.

 

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“A tecnologia de sensores e algoritmos que estima a perda de suor já está incorporada nos principais smartwatches disponíveis no mercado. Quando integrada a aplicativos de treinamento, ela entrega ao atleta um lembrete de hidratação concreto, com boa precisão e totalmente personalizado,” afirma o gerente técnico do HDL do Sidia, Marcelo Santos.

 

Consciência corporal

 

Fotos: Reprodução/Google


O impacto vai além da performance esportiva. Ter acesso a esse tipo de informação contribui para uma maior consciência sobre o próprio corpo e seus limites. Segundo Marcelo, durante o exercício a perda de líquidos pode variar significativamente entre indivíduos e até mesmo entre dias diferentes, dependendo das condições climáticas, da intensidade do esforço e das características fisiológicas de cada atleta. Ignorar essa variação compromete não só o rendimento, mas também eleva o risco de desconforto, fadiga e, em casos mais extremos, de desidratação severa, que pode evoluir para insolação ou colapso térmico.

 
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“A tecnologia de estimativa de suor, aliada ao acompanhamento em tempo real de temperatura e umidade, permite que cada atleta ajuste sua ingestão de líquidos de forma precisa, mesmo nas condições mais desafiadoras. Ignorar esses parâmetros pode transformar um treino saudável em um risco sério à saúde”, enfatizou Marcelo Santos.
 

 

Fonte: com informações Acrítica

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