PEC que prevê o fim da jornada 6x1 foi aprovada na comissão nesta quarta-feira (2/9), com quatro votos contrários registrado
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, por 23 votos a 4, o relatório da PEC da escala 6x1, na tarde de quarta-feira (2/9). Além de determinar o fim do modelo de escala 6x1, o texto prevê a redução da jornada de trabalho, sem alteração salarial.
A relatoria da PEC no Senado ficou sob responsabilidade do senador Omar Aziz (PSD-AM), que optou por manter o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. O Correio fez o levantamento de como votou cada um dos senadores presentes na sessão, confira:
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Senadores que votaram a favor da PEC:
Eduardo Braga (MDB-AM)
Renan Calheiros (MDB-AL)
Jader Barbalho (MDB-PA)
Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
Soraya Thronicke (PSB-MS)
Professora Dorinha Seabra (União-TO)
Styvenson Valentim (Podemos-RN)
Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
Jayme Campos (União-MT)
Jorge Seif (PL-SC)
Magno Malta (PL-ES)
Dr. Hiran (PP-RR)
Laércio Oliveira (PP-SE)
Otto Alencar (PSD-BA)
Omar Aziz (PSD-AM)
Eliziane Gama (PSD-MA)
Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
Rodrigo Pacheco (PSB-MG)
Lourdinha Pereira (PSB-MA)
Rogério Carvalho (PT-SE)
Fabiano Contarato (PT-ES)
Camilo Santana (PT-CE)
Weverton Rocha (PDT-MA)
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Fotos: Geraldo Magela/Agência Senado
Senadores que votaram contra a PEC:
Rogério Marinho (PL-RN)
Jaime Bagattoli (PL-RO)
Tereza Cristina (PP-MS)
Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
O fim da escala 6x1 é uma das pautas prioritárias do governo Lula. Sendo assim, agora a base governista se prepara para pressionar pela aprovação da pauta no plenário do Senado ainda nesta semana, apesar da resistência de Davi Alcolumbre, presidente da Casa. Normalmente, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes de seguir para votação, mas a expectativa dos governistas é pela aprovação de um calendário especial, mecanismo que permitiria acelerar essa etapa e colocar o texto em votação imediata. São necessários 49 votos dos 81 senadores para a aprovação.
Fonte: com informações do Correio Braziliense
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