País registra quatro casos em 2026; especialista explica sintomas, prevenção e importância do diagnóstico preciso
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Atenção aos sinais e foco na recuperação

Foto: Divulgação
A evolução clínica da Febre do Nilo Ocidental é, na grande maioria das vezes, silenciosa, e boa parte dos infectados não apresenta sintomas. Quando o quadro clínico se manifesta (geralmente entre 2 a 14 dias após a picada), os sinais são leves e facilmente confundidos com outras viroses comuns: febre, mal-estar, cansaço e dores musculares.
O especialista do Sabin ressalta que o foco deve ser a observação atenta para garantir intervenção precoce, caso necessário. "A manifestação de sinais neurológicos é o momento em que a busca por suporte médico deve ser imediata. Pacientes que apresentem confusão mental, fraqueza muscular repentina, dificuldade para andar ou falar, precisam de avaliação clínica rápida. O suporte hospitalar ágil é fundamental para estabilizar o paciente e garantir os cuidados intensivos que levam à recuperação", enfatiza o médico.
O apoio do diagnóstico assertivo
Em um país com circulação simultânea de diferentes arboviroses, o diagnóstico laboratorial de precisão atua como o grande divisor de águas. Como os vírus da dengue e do Nilo Ocidental são da mesma família, testes rápidos convencionais podem apresentar reações cruzadas, dificultando a clareza do quadro. É nesse cenário que a tecnologia em saúde atua como protagonista para a resolução clínica. Para garantir a exatidão, o Sabin Diagnóstico e Saúde conta com exames de alta complexidade baseados em biologia molecular. Destacam-se o exame de PCR para Flavivírus (que detecta a Febre do Nilo Ocidental de forma específica) em amostras de sangue e, para os casos com suspeita de acometimento neurológico, o teste de PCR realizado em amostra de líquor. "A tecnologia molecular elimina a margem de dúvida. Com um rastreio efetivo, a equipe médica consegue descartar outras viroses, tranquilizar o paciente quando possível e focar exatamente no suporte adequado que o quadro exige", pontua Cordeiro.
Prevenção: um cuidado simples e diário
Como o foco do manejo clínico é o alívio dos sintomas e o suporte ao bem-estar do paciente, a prevenção contra a picada do mosquito continua sendo a medida mais inteligente e acessível. A recomendação inclui o uso regular de repelentes à base de DEET, Icaridina ou IR3535; preferência por roupas longas ao entardecer; e o uso de telas de proteção e mosquiteiros, garantindo noites de sono tranquilas e segura
Fonte: com informações portal Repercussão
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