09 de Outubro de 2026

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Violência contra Mulher - 25/09/2026

Engenheira da Marinha é encontrada morta em alojamento e levada a hospital antes de perícia, diz polícia

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Foto: Reprodução/Google

Força naval afirma que equipe médica foi imediatamente ao local e prestou os primeiros socorros; causa da morte e motivo da remoção não foram esclarecidos

A engenheira da Marinha Beatriz Fickert Santoro, 33, foi encontrada morta em alojamento da corporação situado na Cidade Universitária, da USP (Universidade de São Paulo) na quinta-feira (24). Boletim de ocorrência diz que o corpo foi removido do local e levado ao HU (Hospital Universitário) antes da realização da perícia.

 

A Marinha informou que a segundo-tenente foi encontrada desfalecida em seu alojamento, no CTM-SP (Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo), no campus do Butantã, na zona oeste da capital. Segundo a corporação, a equipe médica da unidade foi imediatamente ao local e prestou os primeiros socorros, encaminhando a oficial ao hospital.A SSP (Secretaria da Segurança Pública) afirma que a oficial chegou sem vida à unidade de saúde. A Polícia Militar foi acionada depois que uma médica do HU se recusou a emitir a declaração de óbito, segundo a pasta. O boletim registra que Beatriz foi levada ao hospital por uma capitã de corveta que se identificou como médica da Marinha.

 

Os policiais militares relataram no registro que o corpo aparentava sinais de que a morte havia ocorrido havia algum tempo; a causa da morte não foi informada. A equipe afirmou também não ter tido acesso ao local onde Beatriz foi encontrada.O documento não informa o horário em que ela foi localizada nem o motivo de ter sido transportada antes da perícia no alojamento.A Polícia Federal solicitou perícia no local. Ao analisar o relato, a Polícia Civil apontou a necessidade de apurar a remoção do corpo e citou a possibilidade, em tese, de fraude processual. O boletim não conclui que tenha havido crime nem atribui responsabilidade.

 

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O caso foi registrado como morte suspeita no 7º DP (Lapa). A SSP informou que a investigação e as demais providências ficarão a cargo da Polícia Federal e da Marinha por ocorrer em uma instalação militar.

 
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Em nota, a Marinha afirmou que as causas e circunstâncias da morte são apuradas pela corporação e pelas autoridades periciais competentes, e presta assistência social, psicológica e religiosa aos familiares. A Força Naval não explicou a razão do transporte ao hospital antes do exame pericial no alojamento. 

 

Fonte: com informações Folha de São Paulo

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