15 de Setembro de 2026

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Lei Maria da Penha - 27/08/2026

Agosto Lilás: saiba como acessar teleatendimento do SUS para mulheres em situação de violência e mães atípicas

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Foto: Reprodução/Google

Serviço pode oferecer até 100 mil teleatendimentos por mês em todo o país e ser solicitado pelo Meu SUS Digital, sem necessidade encaminhamento prévio; consultas são realizadas por psicólogos capacitados

Mulheres em situação de violência, mães atípicas e familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras podem solicitar teleatendimento em saúde mental pelo aplicativo Meu SUS Digital. O serviço Acolhe Mais disponibiliza 100 mil teleatendimentos mensais em todo o país. As consultas são realizadas remotamente por psicólogas capacitadas para oferecer escuta sensível, identificar situações de risco e orientar a continuidade do cuidado na rede de saúde.


A iniciativa começou em março deste ano como projeto-piloto para mulheres em situação de violência nas cidades do Recife (PE) e do Rio de Janeiro (RJ). Agora, as consultas remotas estão disponíveis em todos os estados brasileiros. O atendimento também foi ampliado para mães, tias, avós, irmãs e outras familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras. O serviço busca facilitar o acesso de quem enfrenta dificuldades de deslocamento, falta de tempo ou outras barreiras para procurar presencialmente atendimento em saúde mental.

 

A oferta contempla mulheres que vivem ou viveram alguma situação de violência e mães, tias, avós, irmãs e outras familiares que exercem atividades de cuidado. O atendimento remoto busca facilitar o acesso de quem enfrenta dificuldades de deslocamento, falta de tempo ou outras barreiras para procurar presencialmente um serviço de saúde.

 

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Como solicitar o teleatendimento

 

 

 


Para acessar o serviço:

 

Clique em “Miniapps”; Selecione “Acolhe Mais + – Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres”; Na plataforma da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), preencha o cadastro; Informe se vive ou viveu alguma situação de violência ou se cuida de uma pessoa com deficiência, transtorno do neurodesenvolvimento ou doença rara. Após o cadastro, a equipe entrará em contato em até 24 horas para que a usuária escolha a data e o horário da consulta. Até o dia agendado, serão enviados lembretes e, na data do atendimento, o link de acesso à teleconsulta.

 

Como funciona o acompanhamento

 


No caso de mulheres em situação de violência, o primeiro atendimento inclui a avaliação de possíveis riscos, da rede de apoio e das principais necessidades apresentadas. Cada usuária poderá realizar até dez sessões, com a possibilidade de iniciar um novo ciclo de acompanhamento quando necessário. Após as consultas, a mulher poderá ser encaminhada para a continuidade do cuidado em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou em outro serviço da rede de saúde. O CAPS também pode ser procurado diretamente. Os teleatendimentos estão disponíveis de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h; aos sábados, das 8h às 14h. As consultas são realizadas por psicólogas mulheres, capacitadas para a escuta em ambiente virtual e para a identificação de situações de risco.

 

Atendimento em situações de emergência

 

Fotos: Reprodução/Google

 


O teleatendimento em saúde mental não substitui os serviços de emergência. Em caso de risco imediato, é necessário acionar: Polícia Militar: telefone 190; Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu): telefone 192.

 

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Ligue 180

 


A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 oferece orientação sobre direitos e sobre os serviços da rede de atendimento, além de receber e encaminhar denúncias de violência contra as mulheres aos órgãos competentes. O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e pode ser acionado pela própria mulher ou por qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma situação de violência, pelos seguintes canais: Telefone: 180; WhatsApp: (61) 9610-0180; E-mail: central180@mulheres.gov.br; Videochamada com atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) - acesse aqui . 

 

Fonte: com informações Acrítica

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